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A importância dos filtros no sistema de ar comprimido

Publicado em Noticias

O ar comprimido é uma importante forma de energia e tem larga presença na indústria, sendo utilizado desde a operação de uma simples ferramenta de ar até tarefas mais complexas.

Cerca de 6 bilhões de toneladas de ar são comprimidos por ano em todo o planeta, gerando um consumo de 500 bilhões de kWh a um custo de 30 bilhões de dólares.

Estudos apontam que o mercado global de equipamentos para tratamento de ar comprimido tem previsão de alcançar 8,59 bilhões de dólares até 2020. Isso se deve às crescentes demandas, principalmente nas indústrias alimentícia, farmacêutica e de ponta, que exigem ar comprimido de alta qualidade, isento de água e óleo.

A qualidade do ar comprimido é definida pelas necessidades da indústria, assim como sua vazão e pressão. O ar comprimido contém, em linhas gerais, três tipos de contaminantes: partículas sólidas, comuns no ambiente dos compressores e nas paredes internas da tubulação; água, contida na umidade do ar ambiente e, por fim, o óleo, presente nas partes lubrificadas do compressor e no próprio ambiente.

 

Para evitar essa contaminação e garantir um produto final de alta qualidade, o tratamento de ar comprimido conta com dois tipos principais de filtros: os filtros coalescentes e os filtros adsorvedores.

Os filtros coalescentes possuem a dupla função de remover as partículas sólidas, bloqueando sua passagem, e os aerossóis de óleo e água, através do fenômeno da coalescência.

Estes filtros retém partículas sólidas na faixa de 1 a 0,01 micron e apresentam eficiência de coalescência D.O.P. de até 99,999% na capacidade de aglutinar aerossóis de água e óleo na faixa de 0,3 a 0,6 mícron, para posterior eliminação pelo dreno do filtro. Já os filtros adsorvedores são utilizados em situações que exigem uma filtração mais rigorosa, mas são muito sensíveis a água e óleo; por isso, devem ser obrigatoriamente precedidos por um filtro coalescente. 

Uma medida muito importante a ser adotada com relação à filtração do ar comprimido é o monitoramento da perda de carga do filtro. Quando acima do recomendável (0,5 bar), prejudica a eficiência da filtração, pode ocasionar rupturas acidentais do meio filtrante e ainda eleva drasticamente o consumo de energia. 

Para orientar as partes envolvidas na especificação de um sistema de ar comprimido, adota-se a norma ISO 8573 como referência central.

A Metalplan foi responsável pela elaboração da primeira versão em Português desta norma, em 1993.

Em sua mais recente revisão, a ISO 8573 introduziu o conceito de nível de pureza "Classe Zero" para os três contaminantes citados neste texto. Para a norma, basta se posicionar abaixo da Classe Um para que a Classe Zero seja atingida, desde que em comum acordo entre o fornecedor e o usuário. 

A engenharia da Metalplan está sempre à disposição para ajudar usuários e especificadores na formulação de um sistema de ar comprimido de alto nível de pureza e elevada eficiência energética. 

 

 

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